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15º FESTIVAL NATIVISTA CANTO DE LUZ e 11ª LAMPARINA DA CANÇÃO GAÚCHA - 2026

Vinculado ao projeto de edital: 15º Festival Nativista Canto de Luz e 11ª Lamparina da Canção Gaúcha

Processo: 00032/2026 | Data de entrada: 11/06/2026 | Situação atual: Contemplado
Produtor cultural: IMPACTO CULTURAL LTDA

Área/Segmento cultural: MÚSICA

Local de realização: IJUÍ

Página na Internet: https://cantodeluz.com.br/


Identificação:

O presente projeto apresenta a 15ª edição do Festival Nativista Canto de Luz e a 11ª edição da Lamparina da Canção Gaúcha, a realizar-se entre os dias 26 e 28 de novembro de 2026, em Ijuí, através do financiamento do Sistema Pró-Cultura/RS, Lei Federal de Incentivo à Cultura (Rouanet) e contrapartida do Município de Ijuí - Poder Executivo. O Canto de Luz é um Festival que valoriza a cultura regional do Rio Grande do Sul, através da produção poético-musical, e chega em sua 15ª edição como um dos principais eventos desta natureza no Estado, tendo suas obras amplamente difundidas, especialmente, na grande maioria das rádios do Estado e grande parte do Sul do Brasil. Desse modo, proporciona a interação entre diferentes ritmos, estilos e melodias, alcançando poetas, músicos, cantores e compositores, dos mais diversos pontos do Estado, do Brasil e de países sul-americanos. Neste ano, o festival completa 15 edições, consolidando-se como uma das principais iniciativas de valorização da música nativista no Rio Grande do Sul. Instituído como evento oficial do município por meio da Lei nº 5.768/2013 e executado pela Associação Cultural Canto de Luz (ACCAL) desde sua 3ª edição, o festival apresenta trajetória contínua de crescimento técnico, artístico e de abrangência territorial. No que se refere aos resultados artísticos, o festival apresenta um histórico consistente de obras premiadas e intérpretes reconhecidos no cenário nativista. Entre os destaques das edições anteriores, registram-se como canções vencedoras: “Um Mate para o Pai” (Flávio Hansen – 1ª edição), “Fundamentos pra Voltar” (Cristiano Fantinel – 4ª edição), “Quando Crescer” (Jean Kirchoff e Lara Labarte – 8ª edição), “A Vida em Minhas Mãos” (Analise Severo – 9ª edição), “O Casarão” (Maurício Barcellos – 10ª edição), “Te Sinto Presente” (Raphael Madruga – 11ª edição), “Marca e Sinal” (Ângelo Franco e Érlon Péricles – 12ª edição) e “Meu Canto é de Luz” (Lu Schiavo – 14ª edição). O palco do festival também já recebeu artistas de relevância no cenário da música regional gaúcha, como Mano Lima, Luiz Marenco, Luiz Carlos Borges, Shana Müller, Baitaca, César Oliveira & Rogério Melo, Joca Martins e Gaúcho da Fronteira, entre outros nomes representativos. A participação desses artistas evidencia o reconhecimento do festival no circuito nativista e sua capacidade de articulação com diferentes gerações da música regional. Destaca-se ainda a criação da Lamparina da Canção Gaúcha, voltada ao público infanto-juvenil, que integra a programação oficial e atua como instrumento de formação artística e renovação de plateia. A iniciativa estrutura categorias por faixa etária e utiliza a mesma infraestrutura técnica do festival principal, qualificando o processo formativo sem ampliação significativa de custos operacionais. No âmbito econômico e produtivo, o festival mobiliza uma cadeia de serviços que envolve profissionais das áreas técnica, artística e administrativa, além de impactar setores como turismo, comércio e comunicação. A estimativa de público presencial e digital, somada à abrangência das transmissões e veiculações em mídia, posiciona o evento como vetor de desenvolvimento da economia criativa regional. Ao completar 15 anos, o Festival Nativista Canto de Luz cresce cada vez mais como uma das principais plataformas de difusão da música regional no Rio Grande do Sul, inserido em um circuito que reúne dezenas de festivais nativistas ativos no Estado — estimados em mais de 20 eventos relevantes distribuídos em diferentes municípios, além de outros já realizados ao longo das últimas décadas. Nesse contexto competitivo e consolidado, o evento de Ijuí destaca-se por sua continuidade, estrutura organizacional, abrangência interestadual e internacional, além da capacidade de mobilização de público, artistas e cadeia produtiva da cultura. Para o município, o festival atua como instrumento de fortalecimento da identidade local, promoção turística e dinamização econômica; para o Estado, integra o conjunto de eventos responsáveis pela manutenção da produção musical nativista, considerada elemento estruturante da cultura gaúcha e fundamental para a formação e circulação de artistas no território regional. O Festival é dividido em Fase Local (com a participação de artistas locais e regionais), Fase Geral (com artistas de todo o Brasil e América Latina) e Lamparina da Canção (englobando artistas pré-mirins, mirins e juvenis com até 18 anos de idade). A exemplo de edições passadas, neste ano o Festival também valorizará a cultura Latino-americana, oportunizando inscrições de obras internacionais, fortalecendo seu caráter de integração entre os povos Sul-Americanos. Uma gama de atrações culturais complementa as noitadas culturais do evento, propiciando ao público participante um contato memorável com a rica cultura musical do nosso Estado. A programação apresentará, além das músicas classificadas em cada categoria, três shows de relevância cultural nativista: O primeiro, na quinta-feira com o show de abertura do Grupo Os Angueras. Na sexta-feira, show com Cesar Oliveira & Rogério Melo. No sábado, o show será com Gaúcho da Fronteira. Além dos shows do Canto de Luz, a Lamparina da Canção contará com o show da banda Cléverson Oliveira & Família O evento define sua linha musical competitiva como LINHA TRADICIONAL DO RIO GRANDE DO SUL, nos seus mais diferentes e variados ritmos. Por ser um evento gratuito desde sua primeira edição, propiciando às diferentes camadas sociais o livre acesso, percebe-se um aumento constante na participação da comunidade neste festival. A comissão organizadora prima pela plena acessibilidade no evento, garantindo espaço especial para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. O Canto de Luz, desde sua primeira edição, sempre contou com a aprovação e o financiamento da LIC/RS e contrapartida do Poder Executivo Municipal de Ijuí, dada a sua importância para a cultura, seu aspecto comunitário, inclusivo e democrático. Nos últimos anos, tendo em vista seu crescimento e abrangência estadual e internacional, buscou-se a inserção do projeto junto ao Ministério da Cultura/Lei Rouanet, oportunizando que parte de suas despesas sejam financiadas por meio deste mecanismo, ampliando as fontes de recursos para o festival. O festival possui um histórico de pioneirismo em algumas ações basilares de sua existência, como por exemplo a triagem das músicas, a qual é realizada por poetas, músicos e cantores locais desde sua primeira edição, como forma de valorizar os artistas locais que possuem a missão de traduzir o sentimento da comunidade em cada processo de seleção das obras que irão para o palco do festival. Além disso, o Canto de luz foi o primeiro festival nativista do Rio Grande do Sul a inserir tradução de libras no palco e nos bastidores de um projeto musical, valorizando a inclusão social através de intérpretes para o público surdo, o que nunca havia acontecido no Estado. Esta ação, a qual inicialmente pareceu utópica para alguns críticos, imediatamente foi seguida por inúmeros festivais e hoje é uma realidade consagrada nas programações culturais destes eventos. Nesta linha de pioneirismo, buscando sempre inovar e democratizar a participação e o acesso de todos, o Canto de Luz criou um sistema integrado de informações que rege toda a administração do festival, desde as inscrições até o resultado final, onde todas as ações técnicas e administrativas são efetivadas com pleno êxito, garantindo, não só a sua realização precisa, mas também a guarda de um histórico para a posteridade, dentro de sua página e de seus arquivos em nuvem. Além disso, o sistema de dados do Canto de Luz, o qual teve o financiamento da Lei de Incentivo Estadual, oportuniza que o público seja o 5º Jurado, através de votação on-line na página do festival, conforme seu regulamento Esta implementação corrobora com as ações criadas nos últimos anos, onde o festival se qualificou não só pela beleza de suas obras poéticas, mas sob o ponto de vista técnico e comunitário. É destaque também, dentro de seu histórico de ações, a criação da Lamparina da Canção Gaúcha, a qual chega neste ano em sua edição histórica de dez anos, oportunizando a participação de crianças e jovens, na modalidade de interpretação vocal, valendo-se de toda a estrutura já instalada do Canto de Luz, o que não onera a planilha de custos, qualificando-se como uma excelente oportunidade de vivência cultural e formação de plateia em um espaço ímpar de valorização da arte e cultura para crianças e jovens. A 11ª edição da Lamparina da Canção Gaúcha será realizada na tarde do dia 28 de novembro (sábado) e contará com uma comissão especial de articulação, que tem a missão de envolver os educandários do município e da região, oportunizando que os alunos e professores vivenciem a Lamparina como um espaço de criação e desenvolvimento cultural. O Canto de Luz é uma realidade! Um evento que a cada edição se consolida e ganha renome no circuito dos grandes e importantes Festivais do Rio Grande do Sul e do Brasil, isso porque a comunidade regional o celebra de tal forma, que já não consegue viver sem sua realização, pois seu significado vai além de um evento, é uma oportunidade ímpar de resgatar, preservar e difundir a cultura que brota do seio do povo. O Evento terá transmissão Ao Vivo pelo Canal YouTube e todas as suas redes sociais.

   
Valor aprovado: R$ 350.000,00  Vigência da captação: 14/08/2026  
   
Valor captado: R$ 0,00  
Valor liberado: R$ 0,00 Prestação de contas Relatório Físico: 26/07/2027 
Valor autorizado para execução: R$ 350.000,00 Prestação de contas Relatório Financeiro: 26/07/2027 
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